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SIPAT · Contratação

Palestra para SIPAT 2027: como escolher (e o que evitar)

Cel. Marcos de Oliveira · Liderança de Verdade

Todo ano é a mesma cena: a CIPA precisa fechar a programação, o orçamento é apertado e a plateia já viu de tudo. A escolha do palestrante decide se a SIPAT vira evento lembrado — ou slide esquecido. Quatro critérios separam contratação profissional de aposta.

1. Credencial verificável, não “história inspiradora”

Pergunte: o que essa pessoa comandou de verdade? Cargo, período, instituição — dados que você consegue checar. Desconfie de biografias que são só adjetivos. A plateia de operação percebe em minutos quando o palco tem experiência real ou só narrativa ensaiada.

2. Aderência à NR-1 psicossocial

Desde 26 de maio de 2026 a fiscalização dos fatores de risco psicossocial é plena. Palestra que fala de “motivação” genérica não gera evidência. Palestra mapeada aos fatores do Guia do MTE (assédio, falta de suporte, eventos violentos, maus relacionamentos) entra no plano de ação do PGR com relatório de execução.

3. Evidência documental incluída

Lista de presença, certificado nominal, conteúdo programático e relatório pós-evento. Se o fornecedor não entrega isso, você paga por um evento e fica sem o documento — e é o documento que o auditor pede.

4. Customização com briefing

Palestrante sério pede reunião prévia com o SESMT, entende os riscos da SUA operação e ajusta exemplos. Quem vende a mesma palestra para frigorífico e escritório entrega generalidade.

Sinais de alerta

Prazo: agosto–outubro concentram as SIPATs do país. Palestrantes com agenda real fecham 60–90 dias antes. Se a sua SIPAT é em setembro, a decisão é em junho.

Precisa de uma palestra que o auditor reconheça como medida de prevenção?

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