anos em 1º lugar
O Corpo de Bombeiros é a instituição mais confiável do país há 17 anos consecutivos.Ipsos-Ipec · Índice de Confiança Social 2026
A liderança se prova na primeira resposta.
Trinta e cinco anos forjados onde o erro custa vidas.
Cel. Marcos de Oliveira · mentor e palestrante
passe o cursor sobre o retrato
rolarMentor e palestrante · Mídia kit 2026
Comandou a instituição mais confiável do Brasil.
Hoje forma os líderes que as pessoas escolhem seguir.
Cultura não é o que você declara. É o que acontece quando ninguém está olhando.
— Cel. Marcos de Oliveira
A prova
Antes de qualquer promessa: os números, a noite que testou tudo e a folha corrida de trinta e cinco anos.
Autoridade
anos em 1º lugar
O Corpo de Bombeiros é a instituição mais confiável do país há 17 anos consecutivos.Ipsos-Ipec · Índice de Confiança Social 2026
pontos de confiança
Contra 68 das escolas públicas e 64 das igrejas, 2º e 3º colocados do mesmo ranking.Ipsos-Ipec · ICS 2026
de 10 em Santa Catarina
Nota da população catarinense à corporação que ele comandou — acima da média nacional de 8,2.GEPEM · UDESC ESAG, 2019
Um comandante não é medido pelo que diz sobre liderança.
É medido pela confiança que a instituição tinha enquanto ele estava no comando.
Setembro de 2013 · Santa Catarina
A chuva não parava havia dias. Rios saindo do leito, encostas cedendo, famílias no telhado. 70 municípios atingidos, o Vale do Itajaí debaixo d'água — e uma corporação inteira olhando para um homem à espera da próxima ordem.
No painel da corporação, 000 pessoas atingidas. Cada número era um endereço. Cada endereço, uma família.
Quando a água baixou, o Vale contava 4.607 residências danificadas — e nenhuma morte. Não existe plano que sobreviva intacto a uma noite dessas. Existe doutrina, existe preparo — e existe a reação de quem comanda antes de ter todas as informações.
“Líderes não são invencíveis. Não pense que com você será diferente.”
A doutrina que ele ensina hoje nasceu daí: a questão nunca é se a crise vem. É quando.
Conhecer a doutrina aplicada
Quem é
Marcos de Oliveira nasceu em Brusque, em 1964, e entrou para o Curso de Formação de Oficiais em 1982. Trinta anos depois assumiu o posto máximo da carreira: Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (2012–2015).
Trinta e cinco anos percorrendo o caminho inteiro, do atendimento operacional ao comando estratégico de uma corporação com efetivo, orçamento, doutrina e crise pública sob responsabilidade direta.
Hoje ele traduz esse repertório para o mundo corporativo. Não para ensinar hierarquia — mas o oposto: como sair do comando e controle e chegar ao engajamento ativo.
Em paralelo à farda, construiu uma trajetória acadêmica incomum para um oficial operacional: Mestre em Engenharia Civil pela UFSC (2007) e três pós-graduações — Administração Pública (FURB, 1993), Administração e Gestão de Defesa Civil (UFSC, 2005) e Administração Pública com ênfase em Gestão Estratégica de Bombeiros (UNISUL, 2009). Sua dissertação tratou da padronização de dados de acidentes com produtos perigosos — o mesmo tema do primeiro manual que publicaria em 2000. Concluiu o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso de Altos Estudos Estratégicos, e foi professor de Chefia e Liderança Militar em toda a escada de formação do CBMSC (CFC, CFS, CFO, CCEM e CAEE), além de mentor no Programa Pró-Líder do Centro de Ensino Bombeiro Militar.
Antes de ensinar liderança, ele já escrevia sobre decidir sob pressão. Em 2000 publicou seu primeiro manual técnico, “Emergências com Produtos Perigosos”; em 2008, o artigo “Lidar com incertezas” na Revista Emergência. Em 2009, o Ministério da Integração Nacional o creditou como autor do livro-texto oficial do Sistema de Comando de Operações — a doutrina que o Brasil usa até hoje para comandar desastres, publicada com a UFSC e a Secretaria Nacional de Defesa Civil.
É escritor com oito obras publicadas, entre elas “Liderança Militar” (ACORS, 2018) e “Liderança Autêntica”. Ocupa a Cadeira 11 da ALMESC — da qual é membro fundador — e a Cadeira 5 da ALMEBRAS, a academia nacional.
Agosto de 2012 a janeiro de 2015 à frente da corporação mais bem avaliada do país.
Do operacional ao estratégico, incluindo o comando durante as enchentes de setembro de 2013 em Santa Catarina.
UFSC, 2007. Mais três pós-graduações em gestão pública e defesa civil, e docência em Chefia e Liderança.
Membro fundador da ALMESC (Cadeira 11) e membro da ALMEBRAS nacional (Cadeira 5).
Creditado pelo Ministério da Integração Nacional como autor do livro-texto do Sistema de Comando de Operações (2009) — o manual que o Brasil usa para comandar desastres, escrito com a UFSC e a Secretaria Nacional de Defesa Civil.
Trajetória
Academia de Polícia Militar, Florianópolis. O início de uma carreira que atravessaria trinta anos até o comando.
Curso de Especialização de Bombeiros para Oficiais e, dez anos depois, o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.
Pós-graduação em Administração Pública (FURB) e em Administração e Gestão de Defesa Civil (UFSC).
Publica “Emergências com Produtos Perigosos”, seu primeiro manual técnico — início de uma produção que não parou mais.
Rigor de método aplicado à gestão de emergências. Em 2009, soma-se a pós em Gestão Estratégica de Bombeiros (UNISUL).
Artigo na Revista Emergência — o tema central das palestras de hoje ele já pesquisava ainda dentro da farda, muito antes de subir a um palco corporativo.
Ministério da Integração Nacional o credita como autor do livro-texto do Sistema de Comando de Operações — a base do gerenciamento de desastres no Brasil.
De 1º de agosto de 2012 a 12 de janeiro de 2015 no posto máximo da corporação em Santa Catarina.
Coordenação da resposta estadual em setembro de 2013: mais de 20 mil pessoas atingidas, 4.607 residências danificadas e nenhuma morte.
Membro fundador da ALMESC (Cadeira 11) e, em 2018, publica “Liderança Militar” pela ACORS.
Publica na Ignis sua metodologia de ensino e integra o Programa Mentoring/Pró-Líder do Centro de Ensino Bombeiro Militar.
Leva para empresas, SIPATs e executivos o repertório de quem liderou onde o erro custa vidas.
A doutrina aplicada
Quatro formas de colocar esse repertório dentro da sua operação — da palestra de SIPAT à mentoria individual.
Programas
Uma palestra desenhada para SIPAT. Um treinamento para times de liderança. Uma mentoria individual e sigilosa. E um programa específico para quem está assumindo — ou entregando — um comando.
O poder do autocontrole para evitar conflitos — e acidentes.
A prevenção não começa no EPI. Começa nos três segundos entre o que aconteceu e o que você faz.
Treinamos o procedimento, a norma, o checklist. Ninguém nunca treinou a reação — e é a reação que transforma um incidente em ocorrência, uma ocorrência em afastamento e um afastamento em processo.
Não é palestra motivacional. Termina com um protocolo que a pessoa consegue repetir na segunda-feira.
Quem comandou emergência por 35 anos sabe: o desastre raramente é o evento. É a reação ao evento. Esta palestra pega o protocolo mental de quem chega primeiro na cena e entrega, em linguagem direta e sem jargão, para o operador do turno, o supervisor, o motorista e o time administrativo.
Não tem história de superação, não tem vídeo de resgate para arrancar emoção e não termina em grito de guerra. E não é improviso de palco: ainda fardado, ele já publicava sobre o mesmo tema — o artigo técnico de 2008 “Lidar com incertezas”.
Os fatores de risco psicossocial entraram na NR-1 e a fiscalização vale desde 26 de maio de 2026. Quatro dos treze fatores do Guia do MTE são diretamente endereçados por esta palestra.
Desde a Portaria MTE 1.419/2024, os fatores de risco psicossocial precisam constar do PGR. A prorrogação valeu até 25 de maio de 2026 — desde o dia 26 há autuação. Soma-se a Lei 14.457/2022, que transformou a CIPA em Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio e exige treinamento a cada 12 meses.
Os quatro fatores endereçados: assédio, falta de suporte da chefia, eventos violentos e maus relacionamentos no trabalho.
Palestra não cumpre a NR-1 sozinha. É medida de prevenção dentro do seu plano de ação — com lista de presença, certificado nominal e relatório de execução para anexar ao PGR.
Todo líder sabe o que fazer. O problema é o que ele faz primeiro.
Diagnóstico não é liderança. Reunião não é liderança. Liderança é o movimento que vem depois que o cenário mudou.
Este programa não ensina o que é liderança. Treina repertório de reação sob pressão — importado da doutrina de comando de emergência e traduzido para metas, prazos e conflito entre áreas.
Treinamento de um dia não muda comportamento. Por isso este é entregue em encontros espaçados, com tarefa entre eles.
A maioria das empresas promoveu o melhor técnico e não treinou ninguém. O resultado é conhecido: líderes excelentes no ofício e travados com gente, que reagem mal sob pressão e produzem, sem querer, o silêncio da equipe.
O repertório vem da doutrina de comando de emergência — briefing, debriefing, cadeia clara de decisão — e é traduzido para o dia a dia corporativo: a má notícia que precisa subir, o conflito entre áreas, a decisão sem informação completa. Cada encontro termina em compromisso observável, com prestação de contas na sessão seguinte.
Quatro a seis encontros de 4h, quinzenais, ao longo de 8 a 12 semanas. Turma de 15 a 25 líderes — abaixo disso não gera debate, acima vira palestra. Cada encontro segue o mesmo arco: caso real da operação → princípio → ensaio → compromisso → checagem. Começa com um diagnóstico prévio junto à diretoria.
Um lugar onde você pode não saber.
Para cima você não pode demonstrar dúvida. Para baixo você não pode demonstrar medo. E aí não sobra ninguém.
Esta mentoria é contratada pelo próprio líder, não pela empresa: sem relatório para terceiros, sem agenda oculta. O compromisso é com a pessoa.
Não é terapia. Não é coaching. É mentoria: quando você precisar, eu dou opinião — porque eu já estive sozinho nessa decisão.
Quanto mais alto o posto, menos gente disponível para dizer a verdade. O líder fica cercado de pessoas que dependem dele — e sem ninguém com quem pensar em voz alta antes de decidir.
Terapia trabalha o que te formou; coaching devolve perguntas. A mentoria entrega opinião de quem já ocupou a cadeira — e sigilo contratual para você poder não saber.
Programa fechado de três meses: seis sessões de 60 a 90 minutos, quinzenais, mais sessão de fechamento com plano de 90 dias. Online, com opção de imersão presencial. Sigilo contratual. Vagas limitadas por período — é trabalho de profundidade, não de escala. Começa por uma sessão-diagnóstico avulsa, que já entrega o mapa da situação e três movimentos imediatos.
Comando não se recebe. Se assume.
Na caserna, a passagem de comando é um rito. Na empresa, quase sempre é só um e-mail — e um time inteiro tentando adivinhar o que muda.
Este programa trata do momento mais frágil de qualquer estrutura: quando o comando troca de mãos. Para quem assume, para quem entrega e para a organização.
Marcos assumiu e entregou o comando de uma corporação inteira. Conhece os dois lados da mesa.
Na caserna a transição tem data, protocolo, discurso de quem sai e de quem entra, testemunha. A autoridade migra de forma inequívoca, e todo mundo vê. Na empresa, estranha-se que o novo líder passe um ano recuperando o que perdeu na primeira semana.
E existe o lado de que ninguém fala: o de quem sai e precisa aprender a soltar — sem sabotar, sem sumir com a memória da operação e sem perder a própria identidade no processo.
Pela empresa: 90 a 120 dias, com sessões separadas para sucessor e antecessor e três encontros conjuntos de transferência. Opcional: workshop com o time herdado.
Pelo próprio líder: 90 dias, 8 a 10 sessões, semanais no primeiro mês — a janela crítica — e quinzenais depois. O ponto ideal de entrada é antes do anúncio interno.
Onde isso já funcionou
Os setores que contratam, as instituições que já receberam, o palco e a produção intelectual por trás.
Para quem
Onde já esteve
Da linha de produção à startup, do quartel à prefeitura: os princípios não mudam.
Assista
Antes de contratar, veja o que a sua plateia vai ver.
Produção intelectual
Liderança sob crise e pressão
O guia prático para formar líderes que unem disciplina, humanidade e resultados sustentáveis.
ACORS, 2018 · 20 capítulos
Lições de liderança autêntica para liberar o potencial de desenvolvimento rumo à interdependência.
2000–2011 · quatro títulos
De “Emergências com Produtos Perigosos” (2000) ao livro-texto do Sistema de Comando de Operações — publicado com o Ministério da Integração Nacional e a UFSC, a doutrina que o Brasil usa para comandar desastres.
Todos os títulos seguem em catálogo. Peça a relação completa com ISBN pelo WhatsApp.
Experimente agora
Descubra em oito casos como você reage sob pressão — e entre na área de membros para os materiais completos.
Bússola do Líder
Oito casos. Você decide o que faria — no instinto. No fim, seu perfil predominante e um ponto real de desenvolvimento, segundo o livro Liderança Autêntica.
Área de membros
Materiais gratuitos para quem está começando, biblioteca completa para membros e painel de edição para a equipe.
Para contratar
Tudo que o organizador precisa: mídia kit, guia da NR-1, respostas diretas e o caminho para falar com o Coronel.
Mídia kit 2026
Coronel Marcos de Oliveira foi Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina entre 2012 e 2015, após 35 anos de carreira. Mestre em Engenharia Civil pela UFSC e autor de oito obras, atua como palestrante e mentor de liderança.
Coronel Marcos de Oliveira comandou, entre agosto de 2012 e janeiro de 2015, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina — instituição que ocupa há 17 anos consecutivos o primeiro lugar em confiabilidade no Brasil, segundo o Índice de Confiança Social do Ipsos-Ipec. São 35 anos de serviço, do Curso de Formação de Oficiais em 1982 ao posto máximo da carreira. É Mestre em Engenharia Civil pela UFSC, tem três pós-graduações em gestão pública e defesa civil, escreveu oito obras e é membro fundador da Academia de Letras dos Militares Estaduais de Santa Catarina. Hoje atua como palestrante e mentor de líderes.
Material gratuito
A fiscalização da NR-1 psicossocial está valendo desde maio de 2026. Este guia resume os fatores do MTE, as perguntas do auditor e um checklist de SIPAT que gera evidência para o PGR — direto ao ponto, sem juridiquês.
Guia NR-1 Psicossocial
para SIPAT & SESMT · edição 2026
Sem cadastro em formulário. Sem spam. Coronel não faz funil — faz doutrina.
Perguntas frequentes
Não, e desconfie de quem disser que sim. Nenhuma palestra cumpre a norma sozinha — os detalhes do que ela cobre, e da documentação que você recebe, estão no bloco “A Primeira Resposta”, mais acima.
Sim. “A Primeira Resposta” foi construída para isso: linguagem direta, exemplos operacionais concretos e nenhum jargão acadêmico. O conteúdo é calibrado ao perfil da plateia depois de um briefing com o SESMT ou com o organizador.
O que vem da caserna não é hierarquia — é doutrina, briefing, debriefing e cadeia clara de decisão. Justamente o oposto do estereótipo: o trabalho é sair do comando e controle e chegar ao engajamento ativo.
O treinamento é contratado pela empresa e trabalha o corpo de liderança como grupo. A mentoria é contratada pelo próprio líder, é individual e sigilosa — sem relatório para a organização.
Sim, e é a forma mais eficiente de contratar: duas ou três sessões no mesmo dia, cobrindo manhã, tarde e noite, com um único deslocamento.
Para SIPAT, comece a conversa com 60 a 90 dias. Agosto, setembro e outubro concentram a maior parte dos eventos do país e a agenda fecha cedo.
Agenda nacional, com deslocamento e hospedagem previstos na proposta. Treinamentos e mentorias funcionam bem online; a palestra rende mais presencialmente, mas há versão ao vivo adaptada.
Próximo passo
Conte o contexto do evento ou da sua operação. A resposta vem com proposta de formato, duração e investimento — sem formulário eterno e sem funil.
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
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