Liderança de Verdade 0

A liderança se prova na primeira resposta.

Trinta e cinco anos forjados onde o erro custa vidas.

Cel. Marcos de Oliveira · mentor e palestrante

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Mentor e palestrante · Mídia kit 2026

Coronel Marcos de Oliveira

Comandou a instituição mais confiável do Brasil.
Hoje forma os líderes que as pessoas escolhem seguir.

35anos de serviço no Corpo de Bombeiros Militar de SC
2012–2015Comandante-Geral do CBMSC
8obras publicadas sobre liderança e emergência
2academias de letras — estadual e nacional

Cultura não é o que você declara. É o que acontece quando ninguém está olhando.

— Cel. Marcos de Oliveira

Autoridade

O homem que a instituição mais confiável do Brasil escolheu como líder

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anos em 1º lugar

O Corpo de Bombeiros é a instituição mais confiável do país há 17 anos consecutivos.Ipsos-Ipec · Índice de Confiança Social 2026

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pontos de confiança

Contra 68 das escolas públicas e 64 das igrejas, 2º e 3º colocados do mesmo ranking.Ipsos-Ipec · ICS 2026

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de 10 em Santa Catarina

Nota da população catarinense à corporação que ele comandou — acima da média nacional de 8,2.GEPEM · UDESC ESAG, 2019

Um comandante não é medido pelo que diz sobre liderança.
É medido pela confiança que a instituição tinha enquanto ele estava no comando.

Setembro de 2013 · Santa Catarina

Houve uma noite em que o estado inteiro ligou ao mesmo tempo.

A chuva não parava havia dias. Rios saindo do leito, encostas cedendo, famílias no telhado. 70 municípios atingidos, o Vale do Itajaí debaixo d'água — e uma corporação inteira olhando para um homem à espera da próxima ordem.

No painel da corporação, 000 pessoas atingidas. Cada número era um endereço. Cada endereço, uma família.

Quando a água baixou, o Vale contava 4.607 residências danificadas — e nenhuma morte. Não existe plano que sobreviva intacto a uma noite dessas. Existe doutrina, existe preparo — e existe a reação de quem comanda antes de ter todas as informações.

“Líderes não são invencíveis. Não pense que com você será diferente.”

— Cel. Marcos de Oliveira, Liderança Militar — do capítulo que escreveu sobre o que a vida lhe ensinou como Comandante-Geral

A doutrina que ele ensina hoje nasceu daí: a questão nunca é se a crise vem. É quando.

Conhecer a doutrina aplicada
Coronel Marcos de Oliveira em retrato de estúdio
Coronel Marcos de Oliveira

Quem é

Trinta e cinco anos decidindo onde o erro custa vidas.

Marcos de Oliveira nasceu em Brusque, em 1964, e entrou para o Curso de Formação de Oficiais em 1982. Trinta anos depois assumiu o posto máximo da carreira: Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (2012–2015).

Trinta e cinco anos percorrendo o caminho inteiro, do atendimento operacional ao comando estratégico de uma corporação com efetivo, orçamento, doutrina e crise pública sob responsabilidade direta.

Hoje ele traduz esse repertório para o mundo corporativo. Não para ensinar hierarquia — mas o oposto: como sair do comando e controle e chegar ao engajamento ativo.

Ler a trajetória completa — formação, doutrina e livros

Em paralelo à farda, construiu uma trajetória acadêmica incomum para um oficial operacional: Mestre em Engenharia Civil pela UFSC (2007) e três pós-graduações — Administração Pública (FURB, 1993), Administração e Gestão de Defesa Civil (UFSC, 2005) e Administração Pública com ênfase em Gestão Estratégica de Bombeiros (UNISUL, 2009). Sua dissertação tratou da padronização de dados de acidentes com produtos perigosos — o mesmo tema do primeiro manual que publicaria em 2000. Concluiu o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso de Altos Estudos Estratégicos, e foi professor de Chefia e Liderança Militar em toda a escada de formação do CBMSC (CFC, CFS, CFO, CCEM e CAEE), além de mentor no Programa Pró-Líder do Centro de Ensino Bombeiro Militar.

Antes de ensinar liderança, ele já escrevia sobre decidir sob pressão. Em 2000 publicou seu primeiro manual técnico, “Emergências com Produtos Perigosos”; em 2008, o artigo “Lidar com incertezas” na Revista Emergência. Em 2009, o Ministério da Integração Nacional o creditou como autor do livro-texto oficial do Sistema de Comando de Operações — a doutrina que o Brasil usa até hoje para comandar desastres, publicada com a UFSC e a Secretaria Nacional de Defesa Civil.

É escritor com oito obras publicadas, entre elas “Liderança Militar” (ACORS, 2018) e “Liderança Autêntica”. Ocupa a Cadeira 11 da ALMESC — da qual é membro fundador — e a Cadeira 5 da ALMEBRAS, a academia nacional.

Comandante-Geral do CBMSC

Agosto de 2012 a janeiro de 2015 à frente da corporação mais bem avaliada do país.

35 anos sob pressão real

Do operacional ao estratégico, incluindo o comando durante as enchentes de setembro de 2013 em Santa Catarina.

Mestre em Engenharia Civil

UFSC, 2007. Mais três pós-graduações em gestão pública e defesa civil, e docência em Chefia e Liderança.

Oito obras · duas academias

Membro fundador da ALMESC (Cadeira 11) e membro da ALMEBRAS nacional (Cadeira 5).

Autor da doutrina nacional de comando em crise

Creditado pelo Ministério da Integração Nacional como autor do livro-texto do Sistema de Comando de Operações (2009) — o manual que o Brasil usa para comandar desastres, escrito com a UFSC e a Secretaria Nacional de Defesa Civil.

Trajetória

Do socorro
ao comando

1982–1984

Curso de Formação de Oficiais

Academia de Polícia Militar, Florianópolis. O início de uma carreira que atravessaria trinta anos até o comando.

1987 · 1997

Especialização e aperfeiçoamento

Curso de Especialização de Bombeiros para Oficiais e, dez anos depois, o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

1993 · 2005

Gestão pública e defesa civil

Pós-graduação em Administração Pública (FURB) e em Administração e Gestão de Defesa Civil (UFSC).

2000

Estreia como autor

Publica “Emergências com Produtos Perigosos”, seu primeiro manual técnico — início de uma produção que não parou mais.

2007

Mestrado em Engenharia Civil — UFSC

Rigor de método aplicado à gestão de emergências. Em 2009, soma-se a pós em Gestão Estratégica de Bombeiros (UNISUL).

2008

“Lidar com incertezas”

Artigo na Revista Emergência — o tema central das palestras de hoje ele já pesquisava ainda dentro da farda, muito antes de subir a um palco corporativo.

2009–2011

Autor da doutrina nacional

Ministério da Integração Nacional o credita como autor do livro-texto do Sistema de Comando de Operações — a base do gerenciamento de desastres no Brasil.

2012–2015

Comandante-Geral

De 1º de agosto de 2012 a 12 de janeiro de 2015 no posto máximo da corporação em Santa Catarina.

2013

Enchentes — 70 municípios atingidos

Coordenação da resposta estadual em setembro de 2013: mais de 20 mil pessoas atingidas, 4.607 residências danificadas e nenhuma morte.

2012 · 2018

Da caserna à Academia de Letras

Membro fundador da ALMESC (Cadeira 11) e, em 2018, publica “Liderança Militar” pela ACORS.

2019

Mentor de futuros oficiais

Publica na Ignis sua metodologia de ensino e integra o Programa Mentoring/Pró-Líder do Centro de Ensino Bombeiro Militar.

Hoje

Mentor e palestrante

Leva para empresas, SIPATs e executivos o repertório de quem liderou onde o erro custa vidas.

Programas

Quatro formas de colocar 35 anos de comando dentro da sua operação.

Uma palestra desenhada para SIPAT. Um treinamento para times de liderança. Uma mentoria individual e sigilosa. E um programa específico para quem está assumindo — ou entregando — um comando.

  1. 01A Primeira RespostaPalestra · SIPAT
  2. 02Liderança: o Movimento SeguinteTreinamento in-company
  3. 03Mentoria em LiderançaIndividual e sigilosa
  4. 04Troca de ComandoTransição e sucessão
01

PalestraSIPAT · CIPA · SESMT50–70 min + Q&A

A Primeira Resposta

O poder do autocontrole para evitar conflitos — e acidentes.

A prevenção não começa no EPI. Começa nos três segundos entre o que aconteceu e o que você faz.

Treinamos o procedimento, a norma, o checklist. Ninguém nunca treinou a reação — e é a reação que transforma um incidente em ocorrência, uma ocorrência em afastamento e um afastamento em processo.

Não é palestra motivacional. Termina com um protocolo que a pessoa consegue repetir na segunda-feira.

Ler o argumento completo

Quem comandou emergência por 35 anos sabe: o desastre raramente é o evento. É a reação ao evento. Esta palestra pega o protocolo mental de quem chega primeiro na cena e entrega, em linguagem direta e sem jargão, para o operador do turno, o supervisor, o motorista e o time administrativo.

Não tem história de superação, não tem vídeo de resgate para arrancar emoção e não termina em grito de guerra. E não é improviso de palco: ainda fardado, ele já publicava sobre o mesmo tema — o artigo técnico de 2008 “Lidar com incertezas”.

O que a plateia leva embora

  • Um protocolo de três tempos para o instante da provocação, do erro ou do susto — curto o bastante para caber num adesivo de máquina.
  • Os quatro gatilhos que mais fazem gente perder a linha no trabalho, e o sinal físico de cada um antes da explosão.
  • O que dizer nas três situações que mais viram processo: a bronca na frente dos outros, o cliente agressivo, o erro grave recém-descoberto.
  • A regra do supervisor: por que a reação errada a quem traz um problema compra o silêncio do time — e silêncio, na prevenção, é o pior indicador que existe.
  • Um critério de desescalada: quando resolver na hora, quando afastar, quando escalar.

Por que isso virou assunto de segurança do trabalho

Os fatores de risco psicossocial entraram na NR-1 e a fiscalização vale desde 26 de maio de 2026. Quatro dos treze fatores do Guia do MTE são diretamente endereçados por esta palestra.

Ver portarias, prazos e fatores

Desde a Portaria MTE 1.419/2024, os fatores de risco psicossocial precisam constar do PGR. A prorrogação valeu até 25 de maio de 2026 — desde o dia 26 há autuação. Soma-se a Lei 14.457/2022, que transformou a CIPA em Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio e exige treinamento a cada 12 meses.

Os quatro fatores endereçados: assédio, falta de suporte da chefia, eventos violentos e maus relacionamentos no trabalho.

E uma ressalva que ninguém faz

Palestra não cumpre a NR-1 sozinha. É medida de prevenção dentro do seu plano de ação — com lista de presença, certificado nominal e relatório de execução para anexar ao PGR.

Para SIPAT · Semana da Segurança · Encontros de CIPA · Convenções de operação e logística · Times de campo · Plateias de 80 a 800 pessoas · Sessões repetidas por turno no mesmo dia
Consultar agenda para a SIPAT
02

Treinamento in-companyContratado pela empresa15 a 25 líderes

Liderança: o Movimento Seguinte

Todo líder sabe o que fazer. O problema é o que ele faz primeiro.

Diagnóstico não é liderança. Reunião não é liderança. Liderança é o movimento que vem depois que o cenário mudou.

Este programa não ensina o que é liderança. Treina repertório de reação sob pressão — importado da doutrina de comando de emergência e traduzido para metas, prazos e conflito entre áreas.

Treinamento de um dia não muda comportamento. Por isso este é entregue em encontros espaçados, com tarefa entre eles.

Ler o argumento completo

A maioria das empresas promoveu o melhor técnico e não treinou ninguém. O resultado é conhecido: líderes excelentes no ofício e travados com gente, que reagem mal sob pressão e produzem, sem querer, o silêncio da equipe.

O repertório vem da doutrina de comando de emergência — briefing, debriefing, cadeia clara de decisão — e é traduzido para o dia a dia corporativo: a má notícia que precisa subir, o conflito entre áreas, a decisão sem informação completa. Cada encontro termina em compromisso observável, com prestação de contas na sessão seguinte.

O que o time de liderança desenvolve

  • Repertório para as cinco situações que definem a reputação de um líder: o erro grave do liderado, a discordância pública, a má notícia que sobe, o conflito entre dois subordinados e a decisão sem informação completa.
  • A distinção prática entre comando, controle e influência — o que fazer quando a autoridade formal não basta, que é a realidade da quase totalidade das situações civis.
  • Briefing e debriefing: como abrir e como encerrar uma operação, um projeto ou uma crise. Vira ritual permanente na empresa.
  • Como dar feedback duro sem produzir silêncio — com um indicador honesto: seu time te traz problema ruim cedo ou tarde?
  • Um mapa de escalonamento acordado entre os pares na própria sala: o que cada um resolve, compartilha ou escala.
  • Plano individual de 30 dias, com um comportamento observável por líder, revisado no encontro seguinte.

Formato

Quatro a seis encontros de 4h, quinzenais, ao longo de 8 a 12 semanas. Turma de 15 a 25 líderes — abaixo disso não gera debate, acima vira palestra. Cada encontro segue o mesmo arco: caso real da operação → princípio → ensaio → compromisso → checagem. Começa com um diagnóstico prévio junto à diretoria.

Para Supervisores · Coordenadores · Gerências e diretorias · Programas de desenvolvimento de líderes · Universidades corporativas · Convenções internas
Desenhar programa para meu time
03

Mentoria individualContratada pelo mentorado3 meses · 6 sessões

Mentoria em Liderança

Um lugar onde você pode não saber.

Para cima você não pode demonstrar dúvida. Para baixo você não pode demonstrar medo. E aí não sobra ninguém.

Esta mentoria é contratada pelo próprio líder, não pela empresa: sem relatório para terceiros, sem agenda oculta. O compromisso é com a pessoa.

Não é terapia. Não é coaching. É mentoria: quando você precisar, eu dou opinião — porque eu já estive sozinho nessa decisão.

Ler o argumento completo

Quanto mais alto o posto, menos gente disponível para dizer a verdade. O líder fica cercado de pessoas que dependem dele — e sem ninguém com quem pensar em voz alta antes de decidir.

Terapia trabalha o que te formou; coaching devolve perguntas. A mentoria entrega opinião de quem já ocupou a cadeira — e sigilo contratual para você poder não saber.

O que trabalhamos

  • Mapa dos seus gatilhos: as situações específicas em que você perde a linha, com o sinal de alerta antecipado de cada uma.
  • Um protocolo de decisão sob pressão que caiba em você — construído com o seu vocabulário e o seu contexto, não um framework de prateleira.
  • As três conversas que você está evitando: construídas, ensaiadas na sessão, executadas entre sessões e revisadas depois.
  • O que você precisa parar de fazer — a entrega técnica que você ainda segura por segurança e que está sabotando o time.
  • Um sistema de retomada para depois de errar feio. Porque vai errar.
  • Canal aberto entre as sessões, com regra clara de uso — para quando a decisão não pode esperar quinze dias.

Como funciona

Programa fechado de três meses: seis sessões de 60 a 90 minutos, quinzenais, mais sessão de fechamento com plano de 90 dias. Online, com opção de imersão presencial. Sigilo contratual. Vagas limitadas por período — é trabalho de profundidade, não de escala. Começa por uma sessão-diagnóstico avulsa, que já entrega o mapa da situação e três movimentos imediatos.

Para Executivos recém-promovidos · Empresários e sócios · Líderes seniores travados · Oficiais e gestores públicos · Sucessores de empresa familiar · Quem herdou um time hostil
Solicitar sessão-diagnóstico
04

Mentoria de transiçãoSucessão90 dias

Troca de Comando

Comando não se recebe. Se assume.

Na caserna, a passagem de comando é um rito. Na empresa, quase sempre é só um e-mail — e um time inteiro tentando adivinhar o que muda.

Este programa trata do momento mais frágil de qualquer estrutura: quando o comando troca de mãos. Para quem assume, para quem entrega e para a organização.

Marcos assumiu e entregou o comando de uma corporação inteira. Conhece os dois lados da mesa.

Ler o argumento completo

Na caserna a transição tem data, protocolo, discurso de quem sai e de quem entra, testemunha. A autoridade migra de forma inequívoca, e todo mundo vê. Na empresa, estranha-se que o novo líder passe um ano recuperando o que perdeu na primeira semana.

E existe o lado de que ninguém fala: o de quem sai e precisa aprender a soltar — sem sabotar, sem sumir com a memória da operação e sem perder a própria identidade no processo.

O que a transição precisa ter

  • Plano dos primeiros 90 dias com marcos definidos — e, explicitamente, o que não fazer em cada um deles.
  • Mapa de poder real do time herdado: quem tem influência sem cargo, quem era leal ao anterior, quem disputou a vaga e perdeu, quem vai testar primeiro.
  • Roteiro da conversa de entrada, incluindo a resposta pronta para a pergunta que sempre vem: “e o que muda agora?”.
  • Protocolo do antecessor: como falar dele, o que herdar, o que aposentar e como comunicar cada coisa sem depreciar nem prometer continuidade cega.
  • Critério da primeira decisão visível — ela define a leitura que o time fará de todas as outras.
  • Módulo espelho para quem entrega: o que transferir, o que documentar, quando calar, como sair sem sabotar — e o que fazer com a própria identidade depois.

Dois modelos de contratação

Pela empresa: 90 a 120 dias, com sessões separadas para sucessor e antecessor e três encontros conjuntos de transferência. Opcional: workshop com o time herdado.
Pelo próprio líder: 90 dias, 8 a 10 sessões, semanais no primeiro mês — a janela crítica — e quinzenais depois. O ponto ideal de entrada é antes do anúncio interno.

Para Sucessão familiar e holdings · Novos diretores e gerentes · Executivos vindos de fora · Órgãos públicos e corporações militares · Fusões e reestruturações
Planejar a transição

Para quem

Onde esse repertório encaixa

Onde já esteve

Da linha de produção à startup, do quartel à prefeitura: os princípios não mudam.

Assista

Noventa segundos de comando.

Coronel Marcos de Oliveira no palco
Showreel oficial · 2026 Palestras · SIPAT · Mentorias

Antes de contratar, veja o que a sua plateia vai ver.

Produção intelectual

A doutrina não ficou na cabeça dele.

Liderança
Autêntica
Cel. Marcos de Oliveira

Liderança Autêntica

Liderança sob crise e pressão

O guia prático para formar líderes que unem disciplina, humanidade e resultados sustentáveis.

Liderança
Militar
ACORS · 2018

Liderança Militar

ACORS, 2018 · 20 capítulos

Lições de liderança autêntica para liberar o potencial de desenvolvimento rumo à interdependência.

Doutrina
Nacional
Min. Integração · 2009

Manuais técnicos e doutrina nacional

2000–2011 · quatro títulos

De “Emergências com Produtos Perigosos” (2000) ao livro-texto do Sistema de Comando de Operações — publicado com o Ministério da Integração Nacional e a UFSC, a doutrina que o Brasil usa para comandar desastres.

Todos os títulos seguem em catálogo. Peça a relação completa com ISBN pelo WhatsApp.

Bússola do Líder

Como você lidera quando tudo sai do controle?

Oito casos. Você decide o que faria — no instinto. No fim, seu perfil predominante e um ponto real de desenvolvimento, segundo o livro Liderança Autêntica.

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Área de membros

A doutrina completa, organizada em um só lugar.

Materiais gratuitos para quem está começando, biblioteca completa para membros e painel de edição para a equipe.

  • VisitanteDeixe seu e-mail e baixe os materiais gratuitos — guia NR-1, biografias e logotipo.
  • MembroAcesso total: biblioteca, artigos, galeria em alta e mídia kit completo.
  • AdminPainel de edição: avisos, materiais, código de acesso e e-mails captados.

Mídia kit 2026

Tudo que o organizador do evento precisa, em um lugar.

Biografias prontas

Curta · 40 palavras

Coronel Marcos de Oliveira foi Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina entre 2012 e 2015, após 35 anos de carreira. Mestre em Engenharia Civil pela UFSC e autor de oito obras, atua como palestrante e mentor de liderança.

Média · 95 palavras

Coronel Marcos de Oliveira comandou, entre agosto de 2012 e janeiro de 2015, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina — instituição que ocupa há 17 anos consecutivos o primeiro lugar em confiabilidade no Brasil, segundo o Índice de Confiança Social do Ipsos-Ipec. São 35 anos de serviço, do Curso de Formação de Oficiais em 1982 ao posto máximo da carreira. É Mestre em Engenharia Civil pela UFSC, tem três pós-graduações em gestão pública e defesa civil, escreveu oito obras e é membro fundador da Academia de Letras dos Militares Estaduais de Santa Catarina. Hoje atua como palestrante e mentor de líderes.

Requisitos técnicos

  • ÁudioHeadset ou lapela sem fio
  • ProjeçãoTela 16:9 · HDMI · clicker
  • PalcoLivre para deslocamento, sem púlpito fixo
  • Duração50–70 min + Q&A
  • PlateiaDe 80 a 800 pessoas
  • AlcanceTodo o Brasil · base em SC

Material gratuito

O que o auditor vai cobrar da sua SIPAT.

A fiscalização da NR-1 psicossocial está valendo desde maio de 2026. Este guia resume os fatores do MTE, as perguntas do auditor e um checklist de SIPAT que gera evidência para o PGR — direto ao ponto, sem juridiquês.

  • Prazos e portarias em uma tabela
  • As 4 perguntas do auditor — e as respostas esperadas
  • Checklist da SIPAT que vira documento de defesa

Guia NR-1 Psicossocial
para SIPAT & SESMT · edição 2026

Ler o guia agora Receber em PDF no WhatsApp

Sem cadastro em formulário. Sem spam. Coronel não faz funil — faz doutrina.

Perguntas frequentes

Antes de você mandar a mensagem

Isso resolve a exigência de riscos psicossociais da NR-1?

Não, e desconfie de quem disser que sim. Nenhuma palestra cumpre a norma sozinha — os detalhes do que ela cobre, e da documentação que você recebe, estão no bloco “A Primeira Resposta”, mais acima.

A palestra serve para plateia mista, de chão de fábrica a diretoria?

Sim. “A Primeira Resposta” foi construída para isso: linguagem direta, exemplos operacionais concretos e nenhum jargão acadêmico. O conteúdo é calibrado ao perfil da plateia depois de um briefing com o SESMT ou com o organizador.

Contexto militar funciona na nossa empresa?

O que vem da caserna não é hierarquia — é doutrina, briefing, debriefing e cadeia clara de decisão. Justamente o oposto do estereótipo: o trabalho é sair do comando e controle e chegar ao engajamento ativo.

Qual a diferença entre o treinamento in-company e a mentoria individual?

O treinamento é contratado pela empresa e trabalha o corpo de liderança como grupo. A mentoria é contratada pelo próprio líder, é individual e sigilosa — sem relatório para a organização.

Temos turnos. Dá para repetir no mesmo dia?

Sim, e é a forma mais eficiente de contratar: duas ou três sessões no mesmo dia, cobrindo manhã, tarde e noite, com um único deslocamento.

Com quanta antecedência devo reservar?

Para SIPAT, comece a conversa com 60 a 90 dias. Agosto, setembro e outubro concentram a maior parte dos eventos do país e a agenda fecha cedo.

Atende fora de Santa Catarina? Existe formato online?

Agenda nacional, com deslocamento e hospedagem previstos na proposta. Treinamentos e mentorias funcionam bem online; a palestra rende mais presencialmente, mas há versão ao vivo adaptada.

Próximo passo

Me diga o cenário. Eu digo qual é o movimento seguinte.

Conte o contexto do evento ou da sua operação. A resposta vem com proposta de formato, duração e investimento — sem formulário eterno e sem funil.

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Agenda SIPAT · próximos meses

  • Setembro3 datas disponíveis
  • Outubro5 datas disponíveis
  • Novembroagenda aberta

Propostas respondidas em até 24h úteis

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